O risco (financeiro) de deixar tudo para a última hora

É comum ouvir que o brasileiro, de modo geral, deixa tudo para a última hora. O resultado desse hábito é desgaste físico, perda de tempo e até mesmo perdas financeiras. Quem não se organiza com calma e atenção está mais sujeito a sanções e multas. Quem presta serviços, por mais que sejam como renda extra, pode perder clientes pelo descumprimento do prazo e da palavra.

Na pressa, paga-se mais caro por produtos que poderiam ter sido pesquisados, viagens que poderiam ter sido programadas ou conta em atraso que, por desorganização, foram pagas com juros e encargos. Isso se reflete até mesmo na vida profissional. Quem deixa para a última hora tem mais chances de fazer hora extra, hábito que já começa a ser visto como ineficiência em vez de dedicação. A boa notícia é que é possível mudar de hábitos e conquistar um padrão mais eficiente e organizado.

Segundo o consultor e empresário Christian, autor de “A tríade do tempo”, entre outros livros, para mudar é preciso ler, buscar vídeos e utilizar métodos e ferramentas adequadas. Ele dá a dica: “A pessoa precisa se planejar com antecedência, pelo menos três dias pela frente, e mudar o mindset (padrão mental) dela”. Christian já ensinou muita gente a sair do modelo de fazer tudo na última hora e aprender a fazer antecipadamente. Para quem está disposto a mudanças, elas são possíveis; basta querer. E se o incentivo financeiro contar, saiba que pessoas organizadas na vida tendem a revelar esse padrão também em relação ao uso do dinheiro.

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